[:fr]Swing the Brain – Quand la musique fait swinguer nos neurones[:pt]Swing the Brain – Quando a musica faz os nossos neurónios balançar[:es]Swing the Brain – Cuando la música hace bailar a las neuronas[:]

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Représentation du spectacle “Swing the Brain” (Photo : CNRS)

Dans le cadre des 80 ans du CNRS, le bureau de Rio – en partenariat avec l’Institut Français du Brésil, l’Institut Moreira Salles de São Paulo et le Museu do Amanhã de Rio de Janeiro – a organisé la venue d’Emmanuel Bigand, professeur en psychologie cognitive et directeur du Laboratoire LEAD.

Emmanuel était accompagné d’un quatuor à corde français, le Rolling String Quartet (composé d’Emmanuel Bigand, Steve Duong, Jean-Christophe Haller et Marguerite Dehors) pour la représentation de leur spectacle « Swing the Brain » entre le 3 et le 9 juin 2019.

Ce spectacle propose, pendant deux heures, un panorama des différents effets de la musique sur notre humeur, nos émotions, nos capacités d’apprentissage ou de mémorisation, illustré par un répertoire varié incluant Mickael Jackson, les Rolling Stones, Daft Punk ou encore Anton Webern.

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La conférence-concert « Swing the Brain » est un parfait mélange entre une conférence assurée par Emmanuel Bigand, professeur en psychologie cognitive et directeur du Laboratoire d’Etude de l’Apprentissage et du Développement (LEAD), Université de Bourgogne – CNRS UMR 5022, alternant et des interventions musicales assurées par le Rolling String Quartet composé d’Emmanuel Bigand (Violoncelle), Steve Duong (1er violon), Marguerite Dehors (2eme violon) et Jean-Christophe Haller (Alto). En complément, le Rolling String Quartet développe différentes interactions avec le public (percussions, test d’anticipation de la musique etc…) permettant à celui-ci de participer activement au spectacle. La représentation se déroule en actes autour de trois problématiques distinctes.

Acte 1 Acte 2 Acte 3
Que se passe-t-il dans notre cerveau quand nous écoutons de la musique ? Pourquoi les humains jouent-ils de la musique ? Est-ce que la musique « transforme » notre cerveau ?

 

 

 

 

La dimension scientifique de la conférence permet de répondre à ces questions tout en présentant un argumentaire musical. Les bienfaits de la musique sur des patients atteint de maladies telles que Alzheimer ou Parkinson, sur des élèves en échec scolaire ou encore sur les nourrissons ont ainsi pu être développés.

La musique peut également jouer sur nos émotions, une même musique jouée avec des rythmiques et tonalités différentes permet de modifier complétement la réaction qu’elle suscitera chez l’auditeur. Les exemples des rhapsodies tsiganes illustrent parfaitement cet exemple puisque les changements de rythmes et d’ambiance incessants nous transportent d’une émotion à une autre au fil de la musique. C’est au travers de ces différents exemples scientifiques et musicaux qu’Emmanuel Bigand et le Rolling String Quartet nous font voyager dans les méandres du cerveau humain.

Grâce à l’appui du consulat de São Paulo, une première représentation de la conférence a été réalisé au sein de l’amphithéâtre de l’Institut Moreira Salles (IMS) le 5 juin 2019 devant un public nombreux et conquis. Profitant de la venue du quatuor sur São Paulo, une présentation allégée du spectacle a également pu être réalisée au sein du lycée Pasteur devant trois classes de CM2 pour le plus grand bonheur des enfants présents.

Public présent à la représentation du Museu do Amanhã (Photo : Alexis Lenoir)

Une seconde présentation de la conférence-concert s’est tenue au sein de l’auditorium du Museu do Amanhã à Rio de Janeiro le 7 juin 2019. Le public était une nouvelle fois venu nombreux pour y assister. La représentation était accompagnée d’une traductrice en langue des signes puisque deux personnes sourdes ont assisté à cette représentation. Un spectacle d’une heure s’en est suivi dans un espace du Museu do Amanhã dédié au jeune public. Une trentaine d’enfants et d’adolescents, très attentifs et intéressés, ont pu assister et participer au spectacle. Ils ont ensuite bénéficier d’un moment d’échange avec les musiciens lors duquel ils ont pu leur poser diverses questions.

Cet événement s’est conclu par une représentation allégée du spectacle au sein de la Bibliomaison du consulat de France de Rio de Janeiro. Les personnes n’ayant ainsi pas pu assister à la représentation officielle dans la journée ont pu se rendre à cette dernière représentation pour profiter de la conférence et des concerts du quatuor. Celle-ci a réuni près de 70 personnes qui ont pu, par la suite, partager un moment avec Emmanuel Bigand et les musiciens autour d’un cocktail.

Représentation au sein de la Bibliomaison du Consulat de France de Rio (Photo : Alexis Lenoir)

L’événement « Swing the Brain » a été une réussite à São Paulo et Rio de Janeiro faisant profiter à un large public divers et varié, d’un parfait mélange de science et de musique pour répondre aux questionnements que ces thèmes soulèvent. Cet événement aura également été une belle opportunité pour le CNRS de diffuser les travaux de ses chercheurs à un large public et de montrer les applications qu’il est possible d’appliquer dans la vie de tous les jours au travers de la musique.

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Apresentação do espetáculo “Swing the Brain” (Foto : CNRS)

No âmbito da comemoração dos 80 anos do CNRS, o escritório do Rio – em parceria com o Instituto Francês do Brasil, o Instituto Moreira Salles de São Paulo e o Museu do Amanhã do Rio de Janeiro – organizou a visita de Emmanuel Bigand, professor de psicologia cognitiva e diretor do Laboratório LEAD.

Emmanuel foi acompanhado por um quarteto de cordas francês, o Rolling String Quartet (composto por Emmanuel Bigand, Steve Duong, Jean-Christophe Haller e Marguerite Dehors) para a apresentação do seu espetáculo “Swing the Brain” entre 3 e 9 de Junho de 2019.

Com um repertório variado, incluindo Mickael Jackson, Rolling Stones, Daft Punk ou Anton Webern, este espetáculo de duas horas oferece um panorama dos diferentes efeitos da música em nosso humor, nossas emoções, nossas habilidades de aprendizado ou nossa memória.

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A conferência-concerto “Swing the Brain” é a combinação perfeita entre uma palestra dada por Emmanuel Bigand, professor de psicologia cognitiva e diretor do Laboratório de Estudos de Aprendizagem e do Desenvolvimento (LEAD), Universidade de Borgonha – CNRS UMR 5022, com intervalos musicais do Rolling String Quartet composto por Emmanuel Bigand (Violoncelo), Steve Duong (1º violino), Marguerite Dehors (2º violino) e Jean-Christophe Haller (Viola). Além disso, o Rolling String Quartet elabora diferentes interações com o público (percussões, teste de antecipação musical, etc.) para inclui-lo ativamente no espetáculo. A apresentação é organizada em atos em torno de três questões distintas.

Ato 1 Ato 2 Ato 3
O que acontece no nosso cérebro quando escutamos música? Por que os humanos tocam música? Será que a música “transforma” o nosso cérebro?

 

 

 

 

 

A dimensão científica da conferência torna possível responder estas questões enquanto se apresenta um argumento musical. Os benefícios da música para pacientes que sofrem de doenças como Alzheimer ou Parkinson, para alunos em situação escolar difícil ou para bebês foram especificados.

Essa conferência também permite mostrar a capacidade do nosso cérebro de antecipar a música ou de simplificar músicas “complicadas” em partes mais simples: um trabalho que é apresentado como matemática musical. A música, tal como a matemática, pode estimular o nosso cérebro e melhorar o seu funcionamento ao longo da vida.

A música também pode tocar nossas emoções: a mesma música tocada com ritmos e tonalidades diferentes pode mudar completamente a reação que irá provocar no ouvinte. As rapsódias ciganas são uma perfeita ilustração disso, pois as incessantes mudanças de ritmo e de humor nos transportam de uma emoção para outra à medida que a música avança. Usando estes diferentes exemplos científicos e musicais, Emmanuel Bigand e o Rolling String Quartet nos levam numa viagem através dos meandros do cérebro humano.

Graças ao apoio do Consulado de São Paulo, uma primeira apresentação da conferência foi organizada no anfiteatro do Instituto Moreira Salles (IMS), em 5 de junho de 2019, diante de um público numeroso e encantado. Aproveitando a visita do quarteto a São Paulo, uma versão reduzida do espetáculo foi apresentada no liceu Pasteur na frente de três turmas de 5° ano, para a alegria das crianças presentes.

Público presente na apresentação no Museu do Amanhã (Foto : Alexis Lenoir)

Uma segunda apresentação da conferência-concerto foi organizada no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, em 7 de junho de 2019. Mais uma vez, houve um grande número de pessoas para assistir essa apresentação que foi acompanhada por uma intérprete de Libras, já que duas pessoas surdas assistiram à apresentação. Continuou com um espetáculo de uma hora em um espaço do Museu do Amanhã reservado para o público jovem onde cerca de trinta crianças e adolescentes, muito atentos e interessados, assistiram e participaram da apresentação. Depois, tiveram um momento de intercâmbio com os músicos, e puderam fazer várias perguntas.

Este evento foi concluído com uma versão reduzida do espetáculo na Bibliomaison do Consulado da França no Rio de Janeiro. As pessoas que não puderam assistir à apresentação oficial durante o dia foram a última apresentação para aproveitar da conferência e dos concertos do quarteto. A apresentação reuniu quase 70 pessoas que depois tiveram a oportunidade de passar um momento com Emmanuel Bigand e os músicos durante um coquetel.

Apresentação na Bibliomaison do Consulado da França no Rio de Janeiro (Foto : Alexis Lenoir)

O evento “Swing the Brain” foi um sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, proporcionando a um público numeroso e diversificado uma combinação perfeita de ciência e música para responder às questões geradas por estes temas. Este evento foi também uma grande oportunidade para o CNRS de divulgar os trabalhos de seus pesquisadores para um amplo público e de mostrar as utilizações possíveis no dia a dia através da música.

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Representación do espectáculo “Swing the Brain” (Foto : CNRS)

En el marco del 80 aniversario del CNRS, la oficina de Río de Janeiro, en colaboración con el Instituto Francés de Brasil, el Instituto Moreira Salles de São Paulo y el Museu do Amanhã de Río de Janeiro, organizó la visita de Emmanuel Bigand, profesor de psicología cognitiva y director del Laboratorio LEAD.

Emmanuel fue acompañado por un cuarteto francés de cuerdas, el Rolling String Quartet (compuesto por Emmanuel Bigand, Steve Duong, Jean-Christophe Haller y Marguerite Dehors) para la presentación de su espectáculo “Swing the Brain”, entre el 3 y el 9 de junio de 2019.

Este espectáculo de dos horas ofrece un panorama de los diferentes efectos que la música genera en nuestro estado de ánimo, en nuestras emociones, en nuestra capacidad de aprendizaje o memorización, y se ilustra con un variado repertorio que incluye a Michael Jackson, los Rolling Stones, Daft Punk e incluso, a Anton Webern.

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La conferencia-concierto “Swing the Brain” es una mezcla perfecta entre una conferencia, impartida por Emmanuel Bigand –profesor de psicología cognitiva y director del Laboratorio para el Estudio del Aprendizaje y el Desarrollo (LEAD), Universidad de Bourgogne-CNRS UMR 5022– e intervenciones musicales del Rolling String Quartet, compuesto por Emmanuel Bigand (violonchelo), Steve Duong (primer violín), Marguerite Dehors (segundo violín) y Jean-Christophe Haller (viola). Además, el Rolling String Quartet realiza diferentes interacciones con el público (percusión, test de anticipación musical, etc.) que hacen del espectáculo un evento participativo. La representación se desarrolla en actos en torno a tres problemas distintos.

Acto 1 Acto 2 Acto 3
¿Qué pasa en nuestros cerebros cuando escuchamos música? ¿Por qué los humanos hacen música? ¿La música “transforma” nuestro cerebro?

 

 

 

 

La dimensión científica de la conferencia permite responder a estos problemas a través de un argumento musical. De este modo, se presentan los beneficios que ofrece la música a pacientes con enfermedades tales como el Alzheimer o el Parkinson, a estudiantes con dificultades de aprendizaje o a lactantes. Además, se muestra la capacidad que nuestro cerebro tiene de anticipar la música o de simplificar piezas consideradas “complicadas”, convirtiéndolas en otras más sencillas: un trabajo que se presenta como de “matemáticas musicales”. La música, al igual que las matemáticas, estimula nuestros cerebros y mejora su funcionamiento a lo largo de nuestras vidas.

La música también puede incidir en nuestras emociones: una misma pieza, ejecutada con diferentes ritmos y tonalidades puede modificar completamente la reacción de los oyentes. Las rapsodias gitanas ilustran perfectamente este ejemplo, ya que los incesantes cambios de ritmo y atmósfera nos transportan de una emoción a otra a medida que la música avanza. Es a través de estos diversos ejemplos científicos y musicales que Emmanuel Bigand y el Rolling String Quartet nos invitan a emprender un viaje a través de los meandros del cerebro humano.

Gracias al apoyo del Consulado de São Paulo, la primera representación de la conferencia tuvo lugar en el anfiteatro del Instituto Moreira Salles (IMS) el 5 de junio de 2019 ante un público numeroso y entusiasta. Aprovechando la visita del cuarteto a São Paulo, también se hizo una presentación más breve del espectáculo en la escuela Pasteur, frente a tres clases de quinto grado, para deleite de los niños presentes.

Público presente en la actuación del Museu do Amanhã (Foto : Alexis Lenoir)

Se realizó una segunda presentación de la conferencia-concierto en el auditorio del Museu do Amanhã en Río de Janeiro, el 7 de junio de 2019. Una vez más, a sala llena. La representación estuvo acompañada por un traductor de lengua de signos, ya que había dos personas sordas entre el público. Luego, se realizó un espectáculo de una hora en un espacio del Museu do Amanhã dedicado especialmente a los jóvenes. Una treintena de niños y adolescentes muy atentos e interesados pudieron ser partícipes del evento. Como cierre, tuvieron un intercambio con los músicos durante el cual pudieron hacerles preguntas.

El evento terminó con una representación más corta del espectáculo en la Bibliomaison del consulado de Francia en Río de Janeiro. Aquellos que no pudieron asistir a la presentación oficial durante el día pudieron hacerlo en esta última presentación y así disfrutar de la conferencia y los conciertos del cuarteto. Cerca de 70 personas participaron y pudieron compartir un momento con Emmanuel Bigand y los músicos durante el cóctel que se celebró al finalizar el espectáculo.

Representación en la Bibliomaison del Consulado de Francia en Río de Janeiro (Foto : Alexis Lenoir)

El evento “Swing the Brain” fue un éxito en São Paulo y Río de Janeiro, y le ofreció a un público diverso y variado una mezcla perfecta de ciencia y música que ayudó a responder muchos interrogantes vinculados a estos dos campos. Este evento fue también una gran oportunidad para que el CNRS difundiera el trabajo de sus investigadores entre un público más amplio y demostrara, a su vez, que los descubrimientos científicos pueden aplicarse a la vida cotidiana través de la música.

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