[:fr] SMI : PROGRAMME DE MOBILITÉ INTERNATIONALE[:pt]SMI: PROGRAMA DE MOBILIDADE INTERNACIONAL[:es]SMI: Programa de movilidad internacional [:]

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La mobilité internationale est un facteur crucial pour permettre aux chercheurs et enseignants-chercheurs de s’insérer dans des réseaux scientifiques, de partager leurs questionnements théoriques, de mettre à l’épreuve leurs dispositifs méthodologiques et de collecter des données. Ces éléments sont eux-mêmes décisifs pour répondre avec succès aux appels d’offre internationaux de haut niveau.

Pour favoriser cette mobilité, l’Institut des Sciences Humaines et Sociales (InSHS) du CNRS propose, tous les ans, aux chercheur(e)s, enseignant(e)s-chercheur(e)s et ingénieur(e)s de recherche des laboratoires dont le CNRS est tutelle ou cotutelle une aide pour la réalisation d’actions de recherche à l’étranger au travers du programme Soutien à la Mobilité Internationale (SMI). Ce programme a été mis en place par l’InSHS en 2013 et a bénéficié en 2018, 2019 et 2020 d’un soutien de la part du MESRI (Ministère français de lʼEnseignement supérieur, de la Recherche et de lʼInnovation) dans le cadre du plan SHS.

Cette aide à la mobilité, sous forme d’un forfait mensuel de 2 000€ pour frais de mission, versé à l’UMR, concerne toutes les disciplines des Sciences Humaines et Sociales et tous les types de missions de recherche : collaboration internationale, travail de terrain, consultation de sources, montage de projet, rédaction d’ouvrage ou d’article en collaboration… Par ailleurs, elle s’applique à toutes les destinations et à tout type d’institutions d’accueil.En ciblant des missions de moyenne durée (comprises entre 3 et 9 mois), le dispositif SMI comble un besoin entre la mobilité de courte durée (généralement financée par les laboratoires) et celle de longue durée (affectations, accueils en délégation, etc.).

Au dispositif « blanc », qui constitue l’essentiel du financement chaque année, se sont ajoutés des programmes associant des partenaires. Depuis 2015, un dispositif conjoint avec les Écoles Françaises à l’Étranger (EFR, EFA, IFAO et Casa de Velázquez) a été mis en place, sur le principe d’un partage des coûts à 50 %. Depuis 2019, un dispositif pilote a également été lancé avec l’INALCO (Institut National des Langues et Civilisations Orientales) pour l’accueil d’enseignants-chercheurs de l’INALCO dans les UMIFRE co-pilotées par le CNRS. Dans le cadre de ce programme, au SMI versé par l’InSHS s’ajoute un CRCT (Congé pour Recherches ou Conversions Thématiques), octroyé par l’INALCO pour faciliter la mobilité de ses enseignants-chercheurs.

Le trait singulier du SMI, programme propre à l’InSHS, consiste dans le fait d’envisager les missions de recherche dans une temporalité plus ample que des missions courtes. Il permet aux chercheurs de « prendre le temps », que cela soit pour rencontrer des spécialistes, pour collecter des données (notamment en linguistique, géographie ou archéologie), pour prospecter et observer (anthropologie), pour mener des recherches documentaires (philosophie, histoire, littérature), ou encore pour avoir le temps de la réflexion et de la rédaction.

Le dispositif offre également une occasion unique et particulièrement précieuse de pouvoir s’immerger dans un pays, sans devoir envisager une expatriation.

Le SMI est enfin un atout dans la préparation de projets de recherche. À titre d’exemple, plusieurs projets ANR (Agence Nationale de la Recherche) ont été déposés à la suite d’un SMI.

Depuis sa mise en place en 2013, le SMI a permis de financer 274 missions pour une durée totale de plus de 1000 mois et un budget global de près de 2 millions d’euros.

Chaque année, l’appel à candidature est ouvert entre septembre et novembre pour les financements de missions sur l’année N+1.
Pour tout renseignement complémentaire sur ce programme, contacter inshs.smi@cnrs.fr

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A mobilidade internacional é um fator crucial para permitir que pesquisadores e professores-pesquisadores se encaixem em redes científicas, compartilhem suas questões teóricas, testem seus dispositivos metodológicos e coletem dados. Estes elementos são decisivos para responder com êxito às chamadas para projetos internacionais de alto nível.

Para promover essa mobilidade, o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (InSHS) do CNRS disponibiliza todos os anos, a pesquisadores, professores-pesquisadores e engenheiros-pesquisadores dos laboratórios sob  supervisão ou supervisão conjunta do CNRS, uma ajuda na realização de atividades de pesquisa no exterior por meio do Programa de Apoio à Mobilidade Internacional (SMI).

Este programa foi implementado pelo InSHS em 2013 e beneficiou em 2018, 2019 e 2020 com o apoio do MESRI (ministério francês do Ensino Superior, Investigação e Inovação) no âmbito do plano SHS.

Essa ajuda para a mobilidade, na forma de um valor mensal fixo de € 2.000 para despesas de missão, pago à UMR, abrange todas as disciplinas das ciências humanas e sociais e todos os tipos de missões de pesquisa: colaboração internacional, trabalho de campo, consulta de fontes, elaboração de projeto, redação de livro ou artigo em colaboração…

Além disso, é válida para todos os destinos e todos os tipos de instituições de acolhimento. Focalizando as missões de médio prazo (entre 3 e 9 meses), o dispositivo SMI atende a uma necessidade entre mobilidade de curto prazo (geralmente financiada pelos laboratórios) e mobilidade de longo prazo (missões, recepção em delegação, etc.).

Além do dispositivo “branco”, que constitui a maior parte do financiamento cada ano, existem programas associando parceiros. Desde 2015, um dispositivo conjunto com as escolas francesas no exterior (EFR, EFA, IFAO e Casa de Velázquez) foi implementado, com base no princípio de compartilhamento de custos a 50%. Desde 2019, um dispositivo piloto também foi lançado com o INALCO (Instituto Nacional de Línguas e Civilizações Orientais) para hospedar professores-pesquisadores do INALCO em UMIFREs co-pilotados pelo CNRS. No âmbito deste programa, ao SMI custeado pelo InSHS é adicionado um CRCT (licença para pesquisa ou conversões temáticas), concedido pelo INALCO para facilitar a mobilidade dos seus professores-pesquisadores.

A particularidade do SMI, programa específico do InSHS, reside no fato que as missões de pesquisa são consideradas em um horizonte de tempo mais amplo do que missões curtas. Assim os pesquisadores “têm tempo”, seja para encontrar especialistas, para recolher dados (em particular em linguística, geografia ou arqueologia), para prospectar e observar (antropologia), para pesquisar documentos (filosofia, história,  literatura), ou ter o tempo para refletir e escrever.

O dispositivo também oferece uma oportunidade única e particularmente valiosa para uma imersão em um país, sem ter que considerar a expatriação.

Por fim, o SMI é uma vantagem na elaboração de projetos de pesquisa. Por exemplo, vários projetos da ANR (Agência Nacional de Pesquisa) foram apresentados depois de um SMI.

Desde a sua criação em 2013, o SMI possibilitou o financiamento de 274 missões com uma duração total de mais de 1000 meses e um orçamento global de cerca de 2 milhões de euros.

Cada ano, a chamada a candidatura está aberta entre setembro e novembro para o financiamento de missões no ano N+1. Para obter mais informações sobre este programa, entre em contato com InSHS. smi@cnrs.fr

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La movilidad internacional es fundamental para que los investigadores y los profesores-investigadores puedan incorporarse a redes científicas, compartir sus inquietudes teóricas, poner a prueba sus dispositivos metodológicos y recabar los datos necesarios para sus proyectos. Todos estos factores son decisivos a la hora de responder con éxito a las convocatorias internacionales de alto nivel.

Para fomentar la movilidad, el Instituto de Ciencias Humanas y Sociales (InSHS) del CNRS ofrece cada año a los investigadores, profesores-investigadores e ingenieros de investigación de los laboratorios bajo la tutela o cotutela del CNRS, una forma de asistencia específica para llevar a cabo actividades de investigación en el extranjero mediante el programa de Apoyo a la Movilidad Internacional (SMI). Este programa fue creado por el InSHS en 2013, y en 2018, 2019 y 2020 respectivamente, recibió el apoyo del MESRI (Ministère Français de lʼEnseignement supérieur, de la Recherche et de lʼInnovation), como parte del plan S.H.S.

Esta ayuda a la movilidad, que se traduce en un apoyo global mensual de 2.000 euros para gastos de misión, abonada a la UMR, concierne a todas las disciplinas de las ciencias humanas y sociales, así como a todos los tipos de misiones de investigación: colaboración internacional, trabajo de campo, consulta de fuentes, elaboración de proyectos, redacción de libros o de artículos en colaboración, etc. Además, abarca todos los destinos y todos los tipos de instituciones anfitrionas. Al centrarse en misiones de mediano plazo (entre 3 y 9 meses), el sistema SMI cubre el vacío que se genera entre los programas de movilidad de corto plazo (generalmente financiada por los laboratorios) y aquellos de movilidad de largo plazo (misiones, estancias en delegaciones, etc.).

Al programa abierto, que recibe el grueso de la financiación cada año, se han añadido programas específicos que reúnen a diversos socios. Desde 2015, se ha establecido un plan conjunto con las Escuelas Francesas en el Extranjero (EFR, EFA, IFAO y Casa de Velázquez), bajo el principio de que cada socio cubra el 50% de los costos. Desde 2019, también se ha puesto en marcha un plan piloto con el INALCO (Instituto Nacional de Lenguas y Civilizaciones Orientales) para recibir a profesores-investigadores del INALCO en las UMIFREs cogestionadas con el CNRS. En el marco de este programa, además del SMI pagado por el InSHS, se ha añadido al SMI pagado por el InSHS un CRCT (Permiso de Investigación o Conversión Temática) concedido por el INALCO para facilitar la movilidad de sus profesores-investigadores.

La característica única del SMI, un programa específico del InSHS, es que las misiones de investigación están previstas en un marco temporal más amplio que las misiones cortas. Permite a los investigadores “tomarse un tiempo”, ya sea para reunirse con especialistas, para recabar datos (en particular en lingüística, geografía o arqueología), para proyectar y observar (antropología), para realizar investigaciones documentales (filosofía, historia, literatura) o simplemente para dedicarse a la reflexión y a la escritura.

El plan también ofrece una oportunidad única y particularmente valiosa de adentrarse en la cultura de un país, sin tener que recurrir a la expatriación.

Por último, el SMI es de suma ayuda a la hora de preparar proyectos de investigación. Por ejemplo, muchos investigadores han presentado sus proyectos a la ANR (Agencia Nacional de Investigación) después de haber sido beneficiarios del SMI.

Desde su creación en 2013, el SMI ha financiado 274 misiones por una duración total de más de 1000 meses y correspondientes un presupuesto total de casi 2 millones de euros.

Cada año, entre septiembre y noviembre, se abre la convocatoria para la financiación de las misiones del año N+1. Para obtener más información sobre este programa, por favor comunicarse con el InSHS a la siguiente dirección: smi@cnrs.fr

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