[:fr]Programme ECOS : un programme pour la mobilité des chercheurs[:pt]Programa ECOS : um programa para a mobilidade dos pesquisadores[:es]Programa ECOS : un programa para la movilidad de los investigadores[:]

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    1 . Naissance du programme

Le programme et le premier comité ECOS (Evaluation-orientation de la COopération Scientifique) ont été créés en décembre 1992 par décision des Ministères français chargés des Affaires Etrangères, de l’Education Nationale et de la Recherche. Plusieurs pays d’Amérique du Sud ont rapidement bénéficié de ce programme. Pour répondre à ce rapide développement, le Comité ECOS est devenu ECOS-Sud depuis 1997 en se spécialisant sur la région du Cône Sud (Argentine, Chili et Uruguay) tandis qu’était créé un comité jumeau, ECOS-Nord, destiné à développer les programmes concernant le Mexique, la Colombie, le Pérou (depuis 2019) et le Venezuela. Ce dernier a dû abandonner le programme ECOS faute de financement, et a été remplacé par le réseau Marcel Roche (signé en Mai 2018 ).

    2 . Comment ça marche ?

Le partenariat commence au niveau des établissements et des équipes d’universitaires et de chercheurs qui élaborent ensemble un projet scientifique dans lequel leur implication intellectuelle doit être équivalente. Le programme ECOS est destiné à appuyer des projets d’excellence en matière de collaboration scientifique. Il finance pendant trois ans les échanges entre les chercheurs sous la forme de missions de courte durée (2 semaines en moyenne) et de stages de perfectionnement pour les jeunes chercheurs en formation (principalement Doctorat). Trois critères majeurs sont pris en compte dans la sélection des projets : la qualité scientifique, la complémentarité et synergie, l’implication de jeunes chercheurs en formation (Doctorat, Master 2). À la fin de la deuxième année un rapport intermédiaire
doit être rendu pour faire état du bon déroulement du projet. Le compte rendu final doit comprendre : un résumé des principaux résultats, une synthèse de la production scientifique (thèses, articles, participations à des congrès), les perspectives de développement de la coopération suite au projet, l’impact éventuel sur les demandes de financement de projets dans chaque pays (ex : résultats favorisant une ANR côté français).

Le programme finance :

  • Le coût du transport vers l’Amérique du Sud pour les Français et les frais de séjours en France des chercheurs d’Amérique du Sud pour les missions dédiées au développement du projet. Ces financements s’adressent aux chercheurs confirmés pour une durée comprise entre 14 et 31 jours.
  • Le coût du transport jusqu’en Amérique du Sud pour les doctorants, ainsi que les frais de séjour pour des séjours doctoraux en France des jeunes originaires d’Amérique du Sud n’excédant pas trois mois.

    3 . Qui finance ? 

En France, c’est le Ministère de l’Europe et des Affaires étrangères (MEAE) et le Ministère de l’Enseignement Supérieur, de la Recherche et de l’Innovation (MESRI) à travers le comité “ECOS-Sud” (ou “ECOS-Nord”) qui se chargent de financer ce programme. L’organisme en charge du financement pour les pays sud-américains diffère dans chacun des pays :

  • En Argentine, c’est le Ministerio de Educación, Cultura, Ciencia, Tecnología y Innovación Productiva et le Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) – équivalent argentin du CNRS –,
  • Au Chili, c’est la Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (CONICYT),
  • En Uruguay, c’est l’Universidad de la República,
  • En Colombie, c’est COLCIENCIAS (Institut colombien pour le développement des sciences et des technologies) et le ministère de l’Education nationale, ICETEX (Institut colombien d’aide à l’éducation supérieure),
  • Au Pérou, c’est le CONCYTEC (Consejo Nacional de Ciencia, Tecnologia e Innovación Tecnológica)

    4 . Quelques chiffres

Le programme ECOS c’est :

  • Au Chili, 56 projets en cours dont 40 projets impliquant une UMR du CNRS. 18 sont des nouveaux projets lancés en 2019,
  • En Argentine, 39 projets en cours dont 32 impliquant une UMR du CNRS. 12 sont des nouveaux projets lancés en 2019,
  • En Uruguay, 8 projets en cours dont 5 impliquant une UMR du CNRS (un seul AAP en 2017),
  • En Colombie, 15 projets en cours dont 9 impliquant une UMR du CNRS (pas d’AAP en 2016). 8 sont des nouveaux projets lancés en 2019

Soit au total 118 projets dont 86 (73%) impliquant une UMR du CNRS. Sur ces 118 projets en cours, 38 (un tiers) ont débuté en 2019.

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    1 . Criação do programa

O programa e o primeiro comitê ECOS (Avaliação-orientação da Cooperação Científica) foram criados em dezembro de 1992 na França por decisão dos Ministérios das Relações Exteriores, e da Educação Nacional e da Pesquisa. Vários países da América do Sul se beneficiaram rapidamente desse programa. Para acompanhar esse desenvolvimento rápido, o Comitê ECOS tornou-se ECOS-Sul em 1997, focalizando na região do Cone Sul (Argentina, Chile e Uruguai), enquanto um comitê similar, ECOS-Norte, foi criado para desenvolver programas para o México, a Colômbia, o Peru (desde 2019) e a Venezuela. Este último país teve que abandonar o programa ECOS por falta de financiamento, e foi substituído pela rede Marcel Roche (assinada em maio de 2018).

    2 . Como funciona ?

A parceria começa no nível das instituições e das equipes universitárias e de pesquisadores que desenvolvem juntos um projeto científico onde a participação intelectual de cada um deve ser equivalente. O programa ECOS foi concebido para apoiar projetos de excelência em termos de colaboração científica. Durante três anos, financia intercâmbios entre pesquisadores na forma de missões de curto prazo (em média 2 semanas) e cursos de aperfeiçoamento para jovens pesquisadores em formação (principalmente doutorados). Na seleção dos projetos, três critérios principais são analisados: a qualidade científica, a complementaridade e a sinergia, e o envolvimento de jovens pesquisadores em formação (doutorado, mestrado 2). No final do segundo ano, um relatório intermediário deve ser apresentado para informar sobre o progresso do projeto. O relatório final deve incluir: um resumo dos principais resultados, uma síntese da produção científica (teses, artigos, participação em congressos), as perspectivas de desenvolvimento da cooperação depois do projeto, o possível impacto nos pedidos de financiamento de projetos em cada país (por exemplo, os resultados a favor de uma Agência Nacional de Pesquisa do lado francês).

O programa financia :

  • O custo do transporte para a América do Sul para os Franceses e o custo da estadia na França para os pesquisadores da América do sul para missões de desenvolvimento do projeto. Esse financiamento é destinado aos pesquisadores experientes por um período de 14 a 31 dias,
  • O custo do transporte para a América do Sul para os estudantes de doutorado, e o custo de vida para as estadias de doutorado na França inferiores a três meses para jovens da América do Sul.

    3 . Quem financia ?

Na França, é o Ministério da Europa e dos Negócios Estrangeiros (MEAE) e o Ministério do Ensino Superior, da Pesquisa e da Inovação (MESRI) através do comité “ECOS-Sul” (ou “ECOS-Norte”) que são responsáveis pelo financiamento deste programa. O organismo responsável pelo financiamento dos países sul-americanos é diferente em cada país :

  • Na Argentina, é o Ministério da Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva e o Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica (CONICET) – o equivalente argentino do CNRS,
  • No Chile, é a Comissão Nacional de Pesquisa Científica e Tecnológica (CONICYT),
  • No Uruguai, é a Universidade da República,
  • Na Colômbia, é o COLCIENCIAS (Instituto colombiano para o desenvolvimento da ciência e tecnologia) e o Ministério da educação nacional, ICETEX (Instituto colombiano de apoio ao ensino superior),
  • No Peru, é o CONCYTEC (Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Tecnológica)

    4 . Alguns números

O programa ECOS representa :

  • No Chile, 56 projetos em andamento, incluindo 40 projetos com uma unidade mista de pesquisa (UMR) do CNRS. 18 são novos projetos lançados em 2019,
  • Na Argentina, 39 projetos em andamento, incluindo 32 com uma UMR do CNRS. 12 são novos projetos lançados em 2019,
  • No Uruguai, 8 projetos em andamento, incluindo 5 com uma UMR do CNRS (apenas uma chamada para apresentação de propostas – AAP – em 2017),
  • Na Colômbia, 15 projetos em andamento, incluindo 9 envolvendo uma UMR do CNRS (nenhuma AAP em 2016). 8 são novos projetos lançados em 2019.

Um total de 118 projetos, incluindo 86 (73%) com uma UMR do CNRS. Desses 118 projetos em andamento, 38 (um terço) começaram em 2019.

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    1 . Nacimiento del programa

El programa y el primer comité ECOS (Evaluación-orientación de la cooperación científica) fueron creados en diciembre de 1992 por decisión de los Ministerios franceses de Asuntos Exteriores, Educación Nacional e Investigación. Varios países de América del Sur se beneficiaron rápidamente de esta iniciativa. En respuesta a este rápido desarrollo, el Comité ECOS se convirtió en ECOS Sur en 1997 especializándose en la región del Cono Sur (Argentina, Chile y Uruguay), y se creó un comité gemelo, ECOS Norte, para desarrollar programas para México, Colombia, Perú (desde 2019) y Venezuela. Este último país tuvo que interrumpir el programa ECOS debido a falta de financiamiento y fue sustituido por la red Marcel Roche (firmada en mayo de 2018).

    2 . ¿Cómo funciona?

La cooperación se inicia a nivel de las instituciones y los equipos de académicos e investigadores que desarrollan conjuntamente un proyecto científico con participación intelectual equivalente. El programa ECOS está diseñado para apoyar proyectos de excelencia en materia de colaboración científica. Financia intercambios entre investigadores durante tres años en forma de misiones de corta duración (2 semanas en promedio) y cursos de formación avanzada para jóvenes investigadores en formación (principalmente doctorandos). En la selección de los proyectos se tienen en cuenta tres criterios principales: la calidad científica, la complementariedad y la sinergia, y la participación de jóvenes investigadores en formación (doctorado, máster). Al final del segundo año se debe presentar un informe provisional para informar sobre la conclusión satisfactoria del proyecto. El informe final debe incluir: un resumen de los principales resultados, una síntesis de la producción científica (tesis, artículos, participación en congresos), las perspectivas de desarrollo de la cooperación tras el proyecto, el posible impacto en las solicitudes de financiamiento de proyectos en cada país (por ejemplo, resultados que favorezcan una ANR en Francia).

El programa financia :

  • Los gastos de transporte a América del Sur para los franceses y los gastos de manutención para las estancias en Francia para los investigadores de América del Sur en las misiones dedicadas al desarrollo del proyecto. Estos fondos están destinados a investigadores confirmados por un período de entre 14 y 31 días.
  • Los gastos de transporte a América del Sur para los estudiantes de doctorado, y los de manutención para los jóvenes de América del Sur que viajen Francia para estancias de doctorado de no más de tres meses.

    3 . ¿Quién financia?

En Francia, el Ministerio de Europa y Asuntos Exteriores (MEAE) y el Ministerio de Educación Superior, Investigación e Innovación (MESRI), a través del comité “ECOS-Sud” (o “ECOS-Norte”), son los responsables de la financiación de este programa. El organismo de financiación para los países de América del Sur difiere de un país a otro:

  • En Argentina, es el Ministerio de Educación, Cultura, Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva y el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), equivalente argentino del CNRS.
  • En Chile, es la Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (CONICYT).
  • En Uruguay, es la Universidad de la República.
  • En Colombia, es el COLCIENCIAS (Instituto Colombiano para el Desarrollo de la Ciencia y la Tecnología) y el Ministerio de Educación Nacional, ICETEX (Instituto Colombiano de Crédito Educativo y Estudios Técnicos en el Exterior).
  • En Perú, es el CONCYTEC (Consejo Nacional de Ciencia, Tecnologia e Innovación Tecnológica).

    4 . Algunas cifras del programa ECOS:

El programa ECOS es :

  • En Chile hay 56 proyectos en curso, en 40 de los cuales participa una UMR del CNRS. 18 son nuevos proyectos lanzados en 2019.

  • En Argentina hay 39 proyectos en curso, en 32 de los cuales participa una UMR del CNRS. 12 son nuevos proyectos lanzados en 2019.

  • En Uruguay hay 8 proyectos en curso, en 5 de los cuales participa una UMR del CNRS (sólo un PAA en 2017).

  • En Colombia hay 15 proyectos en curso, en 9 de los cuales participa una UMR del CNRS. (sin PAA en 2016). 8 son nuevos proyectos lanzados en 2019.

Un total de 118 proyectos, de los cuales 86 (73%) involucran a una UMR del CNRS. De estos 118 proyectos en curso, 38 (un tercio) comenzaron en 2019.

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