[:fr]La première nuit des idées au Brésil[:pt]A primeira noite das Ideias no Brasil[:es]La primera noche de las ideas en Brasil [:]

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Mãe Celina de Xangô – directrice du Centro Cultural Pequena África (à gauche), Dénètem Touam Bona – anthropologue et artiste (au centre), Ulisses Carrilho – tuteur de l’École des arts visuels de Parque Lage (à droite) lors de la Nuit des idées à Rio de Janeiro (Photo : Consulat de France de Rio de Janeiro)

À Rio de Janeiro

À Rio, la soirée s’est déroulée dans le superbe cadre de l’École d’Arts Visuels du Parc Lage. Plus de 200 personnes ont assisté à l’événement, dont une trentaine d’enfants dans le cadre de la programmation jeunesse. Le jeune public a participé à la lecture de contes, aux chants d’Amazonie et à l’atelier de recyclage pédagogique en extérieur.

Pour le public adulte, trois tables rondes ont été proposées : la première avec Mãe Celina de Xangô (directrice du Centro Cultural Pequena Africa à Rio) et Dénètem Touam Bona (philosophe et artiste français) autour du thème « Sentir a Floresta » [Sentir la forêt] ; la deuxième avec Ailton Krenak (penseur, écrivain et chef indigène), Luiz Zerbini (peintre) et Anna Dantes (directrice de la maison d’édition Dantes et organisatrice du cycle d’études sur le vivant « Selvagem ») autour du thème « Traduzir a Floresta » [Traduire la forêt] ; et la troisième, qui a abordé le thème « Ouvir a Floresta » [Entendre la forêt] avec la participation de Bernardo Esteves (journaliste scientifique pour la revue Piauí) et Marc Jeanson (ancien directeur de l’Herbier National au Muséum de Paris et actuellement en poste à la Fondation Jardin Majorelle au Maroc).

À São Paulo

Public présent lors de la Nuit des idées à São Paulo (Photo : Produtora Pujança)

Près de 150 personnes ont assisté aux tables rondes et aux moments de création dans les différents espaces de la Casa das Rosas [Maison des roses] et de son jardin dont la performance dansée créée par Elisabete Finger, les projections de films ou encore le concert du groupe Mawaca.

Dix intervenants français, brésiliens et internationaux de tous horizons avaient été conviés pour ces débats autour de 3 tables rondes « Pensar a Floresta », [Penser la forêt], « Recriar a Floresta » [Recréer la forêt] et « Desenhar a Floresta » [Dessiner la forêt] :

Deborah Goldemberg (écrivaine et anthropologue), Jean-Baptiste Vidalou (philosophe belge, auteur d’essais sur la forêt), Sebastián Wiedemann (cinéaste et philosophe colombien à l’Université de Campinas), Jean-Paul Ganem (artiste du paysage français), Marina Tavares (représentante de l’ONG Black Jaguar Foundation), Ricardo Abramovay (professeur d’économie et de sciences environnementales à l’Université de São Paulo), Ricardo Cardim (paysagiste spécialiste des forêts urbaines), Ernesto Neto (sculpteur brésilien de renommée internationale), Santídio Pereira (artiste et graveur), Laymert Garcia dos Santos (sociologue à l’Université de Campinas).

À Brasilia

À Brasília, l’événement, qui s’est déroulé à l’Alliance française, a proposé différentes activités comme une exposition de Ricardo Stuckert Índios brasileiros [Les indiens du Brésil], la lecture de poèmes Guarani, la projection de court-métrage et a attiré plus de 200 personnes. Là encore, les débats ont porté sur le thème de la forêt : « Ver a Floresta » [Voir la forêt], « Proteger a Floresta » [Protéger la forêt] et « Viver a Floresta » [Vivre la forêt].

Étaient présents : Ana Rossi (poète et professeure à l’UnB), Ricardo Stuckert (photographe), Tashka Yawanawá (chef du peuple Yawanawá dans la région de l’Acre), Daniela Martins (coordinatrice des partenariats institutionnels de la FNP), Suzana Padua (présidente de l’IPÊ), Yuri Botelho Salmona (chercheur et directeur de l’Institut Cerrados), Alvaro Tukano (leader indigène – Rio Negro) et Guillaume Odonne (etnobotaniste).

Le chercheur CNRS Guillaume Odonne (LEEISA – Laboratoire Écologie, Évolution, Interactions des Systèmes Amazoniens), qui travaille actuellement en Guyane, a participé à la table-ronde « Vivre la forêt » aux côtés d’Alvaro Tukano, un leader amérindien du haut Rio Negro. Cet échange a notamment permis d’acter l’idée que les chercheurs et les acteurs autochtones sont sur la même ligne de front pour défendre l’Amazonie et les connaissances traditionnelles.

Guillaume Odonne (à gauche) et Alvaro Tukano (à droite) lors de la Nuit de idées à Brasilia (Photo : João Américo)

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No dia 30 de janeiro de 2020, mais de 70 países e 180 cidades participaram da 5ª edição da Noite das Ideias, em parceria com o Instituto Francês de Paris, uma grande noite de debates em torno de um tema internacional atual. Primeira edição da Noite das Ideias no Brasil, teve o título unificador de A FLORESTA. SER VIVO. Organizado pela Embaixada da França em cooperação com o escritório do CNRS no Rio, a Aliança Francesa e parceiros brasileiros, o evento aconteceu simultaneamente no Rio de Janeiro (Parque Lage), São Paulo (Casa das Rosas) e Brasília (Aliança Francesa).

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Mãe Celina de Xangô – diretora do Centro Cultural Pequena África (esquerda), Dénètem Touam Bona – antropólogo e artista plástico (centro), Ulisses Carrilho – curador da Escola de Artes Visuais Parque Lage (direita) na Noite das Ideias no Rio de Janeiro (Foto : Consulat de France de Rio de Janeiro)

No Rio de Janeiro

No Rio, o evento aconteceu no sublime cenário da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e contou com a participação de mais de 200 pessoas, incluindo cerca de 30 crianças como parte da programação para jovens. O jovem público participou de contos, cantos amazônicos e da oficina de reciclagem educativa ao ar livre.

Três mesas redondas foram propostas ao público adulto : a primeira com Mãe Celina de Xangô (diretora do Centro Cultural Pequena África no Rio) e Dénètem Touam Bona (filósofo e artista francês) sobre o tema “Sentir a Floresta”; a segunda com Ailton Krenak (pensador, escritor e líder indígena), Luiz Zerbini (pintor) e Anna Dantes (diretora da editora Dantes e organizadora do ciclo de estudos sobre seres vivos “Selvagem”) sobre o tema “Traduzir a Floresta”; e a terceira tratou do tema “Ouvir a Floresta” com a participação de Bernardo Esteves (jornalista científico da revista Piauí) e Marc Jeanson (ex-diretor do Herbário Nacional no Museu de Paris e atualmente trabalhando na Fondation Jardin Majorelle, no Marrocos).

Em São Paulo

Público presente na Noite das Ideias em São Paulo (Foto : Produtora Pujança)

Cerca de 150 pessoas participaram de mesas redondas e momentos criativos nos diferentes espaços da Casa das Rosas e seu jardim, incluindo uma performance de dança criada por Elisabete Finger, projeções de filmes e um show do grupo Mawaca.

Dez participantes franceses, brasileiros e internacionais de varias áreas foram convidados para debater em 3 mesas redondas “Pensar a Floresta”, “Recriar a Floresta” e “Desenhar a Floresta”: Deborah Goldemberg (escritora e antropóloga), Jean-Baptiste Vidalou (filósofo belga, autor de ensaios sobre a floresta), Sebastián Wiedemann (cineasta e filósofo colombiano da Universidade de Campinas), Jean-Paul Ganem (artista paisagista francês), Marina Tavares (representante da ONG Black Jaguar Foundation), Ricardo Abramovay (Professor de economia e ciências ambientais da Universidade de São Paulo), Ricardo Cardim (paisagista especializado em florestas urbanas), Ernesto Neto (escultor brasileiro de fama internacional), Santídio Pereira (artista e gravador), Laymert Garcia dos Santos (sociólogo da Universidade de Campinas).

Em Brasilia

Atraindo mais de 200 pessoas, o evento organizado na Aliança Francesa de Brasília ofereceu diversas atividades, como uma exposição de Ricardo Stuckert Índios brasileiros, a leitura de poemas Guaranis, a projeção de curtas-metragens. Mais uma vez, os debates abordaram o tema da floresta: “Ver a Floresta”, “Proteger a Floresta” e “Viver a Floresta”.

Estiveram presentes: Ana Rossi (poeta e professora da UnB), Ricardo Stuckert (fotógrafo), Tashka Yawanawá (líder do povo Yawanawá no Acre), Daniela Martins (Coordenadora das parcerias institucionais da FNP), Suzana Padua (presidente do IPÊ), Yuri Botelho Salmona (pesquisador e diretor do Instituto Cerrados), Álvaro Tukano (líder indígena – Rio Negro) e Guillaume Odonne (etnobotanista).

O pesquisador do CNRS Guillaume Odonne (LEEISA – Laboratório Ecologia, Evolução, Interações dos Sistemas Amazônicos), trabalhando atualmente na Guiana Francesa, participou da mesa redonda “Viver a Floresta” junto com Alvaro Tukano, líder indígena do Alto Rio Negro. Um dos resultados desse intercâmbio foi o reconhecimento de que pesquisadores e atores indígenas estão na mesma linha de frente para defender a Amazônia e os conhecimentos tradicionais.

Guillaume Odonne (esquerda) e Álvaro Tukano (direita) na Noite das Ideias em Brasília (Foto : João Américo)

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El 30 de enero de 2020, más de 70 países y 180 ciudades participaron en París de la 5ª edición de la Noche de las ideas, una gran velada de debates en torno a un tema de actualidad internacional, organizada en colaboración con el Institut Français. En Brasil, se celebró la 1ª edición de este evento, que se llamó LA SELVA. UN SER VIVO [LA FORÊT. ÊTRE VIVANT]. Organizado por la Embajada de Francia en cooperación con la oficina del CNRS en Río, la Alianza Francesa y otros socios brasileños, el evento se desarrolló simultáneamente en Río de Janeiro (Parque Lage), São Paulo (Casa das Rosas) y Brasilia (Alianza Francesa).

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Mãe Celina de Xangô, directora del Centro Cultural Pequena África (izquierda); Dénètem Touam Bona, antropólogo y artista (centro); Ulisses Carrilho, tutor de la Escuela de Artes Visuales del Parque Lage (derecha), en la Noche de las ideas en Río de Janeiro (Foto : Consulat de France de Rio de Janeiro)

En Río de Janeiro

En Río, la velada tuvo lugar en el magnífico predio de la Escuela de Artes Visuales del Parque Lage. Más de 200 personas asistieron al evento, incluyendo treinta niños que participaron de la programación juvenil (narración de cuentos, canciones amazónicas y el taller de reciclaje educativo al aire libre).

Para el público adulto, se propusieron tres mesas redondas: la primera, con Mãe Celina de Xangô (directora del Centro Cultural Pequena Africa en Rio) y Dénètem Touam Bona (filósofo y artista francés) sobre el tema “Sentir la selva”; la segunda, con Ailton Krenak (pensador, escritor y líder indígena), Luiz Zerbini (pintor) y Anna Dantes (directora de la editorial Dantes y organizadora de la serie de estudios “Selvagem” sobre los seres vivos) sobre el tema “Traducir la selva”; y el tercero, que abordó el tema “Escuchar la selva”, con la participación de Bernardo Esteves (periodista científico de la revista Piauí) y Marc Jeanson (ex director del Herbario Nacional del Museo de París, que trabaja actualmente en la Fondation Jardin Majorelle de Marruecos).

En São Paulo

El público presente en la Noche de las ideas en São Paulo (Foto : Produtora Pujança)

Cerca de 150 personas asistieron a las mesas redondas y a las actividades recreativas en los diferentes espacios de la Casa das Rosas y su jardín, como, por ejemplo, al espectáculo de danza creado por Elisabete Finger, proyecciones de películas y un concierto del grupo Mawaca.

Diez oradores franceses, brasileños e internacionales fueron invitados a participar en estos debates en torno a tres mesas redondas que abarcaban diversas disciplinas: “Pensar la selva”; “Recrerar la selva” y “Dibujar la selva”.

Participaron de estas mesas: Deborah Goldemberg (escritora y antropóloga), Jean-Baptiste Vidalou (filósofo belga, autor de ensayos sobre la selva), Sebastián Wiedemann (cineasta y filósofo colombiano de la Universidad de Campinas), Jean-Paul Ganem (paisajista francés), Marina Tavares (representante de la ONG Black Jaguar Foundation), Ricardo Abramovay (profesor de economía y ciencias del medio ambiente de la Universidad de São Paulo), Ricardo Cardim (arquitecto paisajista especializado en bosques urbanos), Ernesto Neto (escultor brasileño de renombre internacional), Santídio Pereira (artista y grabador), Laymert Garcia dos Santos (sociólogo de la Universidad de Campinas).

En Brasilia

En Brasilia, el lugar del evento fue la Alianza Francesa y allí se ofrecieron diferentes actividades, como la exposición “Indios brasileños” de Ricardo Stuckert, la lectura de poemas guaraníes y la proyección de un cortometraje. Más de 200 personas participaron de las actividades y, una vez más, los debates se centraron en el tema de la selva: “Ver la selva”; “Proteger la selva”; “Vivir la selva”.

Participaron de este evento: Ana Rossi (poeta y profesora de la UnB), Ricardo Stuckert (fotógrafo), Tashka Yawanawá (líder del pueblo Yawanawá en la región de Acre), Daniela Martins (Coordinadora de Asociaciones Institucionales de la NPF), Suzana Padua (Presidenta del IPÊ), Yuri Botelho Salmona (investigador y director del Instituto Cerrados), Alvaro Tukano (líder indígena-Rio Negro) y Guillaume Odonne (etnobotánico).

El investigador del CNRS Guillaume Odonne (LEEISA-Laboratoire Écologie, Évolution, Interactions des Systèmes Amazoniens), que trabaja actualmente en la Guayana Francesa, participó en la mesa redonda “Vivir la selva” junto con Alvaro Tukano, un jefe amerindio del Alto Rio Negro. Este intercambio puso de manifiesto que los investigadores y las comunidades indígenas se unen en la defensa del Amazonas y de los saberes tradicionales.

Guillaume Odonne (izquierda) y Alvaro Tukano (derecha) en la Noche de las ideas en Brasilia (Foto : João Américo)

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